O projeto “Material Legal” da vereadora Majô divide opiniões, mas uma coisa é certa – após anos de fracassos sucessivos nas licitações tradicionais, nossa cidade precisa de coragem para inovar. Com 40 mil crianças da rede municipal começando 2025 sem kits escolares completos, R$ 38 milhões em licitação suspensa e famílias desesperadas, este artigo defende que os vouchers são a solução mais eficiente, justa e economicamente sustentável para Maringá. Porém, alerta para o problema jurídico fatal: o projeto, como está, é inconstitucional por partir do Legislativo. A análise técnica revela que, com os devidos ajustes legais, o sistema de vouchers pode economizar R$ 5,7 milhões anuais, injetar R$ 32 milhões na economia local e dar dignidade a nossas crianças. Mas será que nossos gestores terão coragem de quebrar paradigmas ou vão continuar repetindo os mesmos erros?