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Política de Maringá

Trânsito

Mais de 500 mil multas aplicadas em Maringá em 2025

Maringá encerrou 2025 com um recorde histórico de 513 mil multas de trânsito, representando um aumento de 123% em cinco anos. Enquanto a arrecadação atingiu R$ 58 milhões, os acidentes continuam crescendo, sugerindo que a estratégia baseada principalmente em fiscalização eletrônica não tem reduzido efetivamente os sinistros nas vias. A análise comparativa com cidades como Curitiba—que logrou redução de 34,1% das infrações através de investimento em infraestrutura, educação e sinalização—abre caminhos para um reposicionamento das políticas públicas municipais. O momento exige reflexão: multas realmente salvam vidas, ou apenas financiam a máquina administrativa?

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Educação

Enamed: A Qualidade do Ensino de Medicina em Maringá

Maringá enfrenta cenário complexo na formação médica. Enquanto a Universidade Estadual de Maringá (UEM) atinge excelência máxima (conceito 5) no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025, a Unicesumar alcança desempenho considerado bom (conceito 4), mas a Uningá fica entre os piores cursos do Brasil (conceito 2), provocando um alerta urgente sobre a qualidade do ensino que afeta a saúde da população. A avaliação do Ministério da Educação levanta questões estruturantes: como uma cidade referência em gestão pública e qualidade de vida permanece com incertezas sobre a formação dos seus futuros médicos? A resposta passa por política pública coordenada, transparência e propostas que coloquem a excelência no centro da agenda municipal.

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Transparência

R$ 1,9 Milhão em Viagens Quando Deveria Ser Investimento para Maringá

Prefeitura e Câmara bateram recorde em gastos com diárias de viagens em 2025: R$ 1,9 milhão. Secretários em Las Vegas, prefeito na Europa e Japão, vereadores em intercâmbios — enquanto cidade precisa de reformas estruturais. Justificativas soam bem, mas pergunta permanece: viagens trouxeram retorno comprovável? E Por que a conta superou orçamento enquanto CMEIs e UBS carecem de recursos?

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Dinheiro Público

TCE-PR de olho nas horas extraordinárias que inflam o orçamento de 2025 de Maringá

Tribunal de Contas do Paraná recepciona denúncia sobre possível gestão ineficiente de pessoal em Maringá. Vereador aponta R$ 70 milhões gastos em dois anos com horas extraordinárias — valor que contrataria 800 servidores efetivos. Lei de Responsabilidade Fiscal permite gastos, mas especialistas em eficiência pública questionam modelo de gestão. Maringá precisa escolher: continuar improvisando com horas extras ou estruturar quadros permanentes.

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Cultura

Grafites na Vila Olímpica, falta de transparência, e política nas redes sociais, em Maringá

Apagamento de grafites viraliza nas redes sociais, mas expõe problema maior: falta de política pública estruturada para arte urbana e comunicação transparente com sociedade. Especialistas apontam que Rio, São Paulo e Curitiba têm leis formalizadas; Maringá conta apenas com promessas. Tema reacende debate sobre fiscalização de infraestrutura pública negligenciada em CMEIs e UBS.

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Educação

Educação em Maringá: Educadores Infantis na Carreira do Magistério

Maringá não pode ficar para trás: lei federal abre porta para reconhecimento histórico de 1.026 educadores infantis. Cidade que lidera educação no Paraná precisa acelerar implementação de carreira e piso salarial. Especialistas alertam para impacto fiscal responsável e oportunidade de justiça social.

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Meio Ambiente

Projeto “Lixo Zero” e a PPP do Parque do Ingá, na cidade de Maringá

Maringá inicia jornada de inovação ambiental com investimento em tecnologias de transformação de resíduos em insumos industriais, mantendo entrada gratuita ao Parque do Ingá. Com suporte do Governo do Estado, município busca reduzir 350 toneladas/dia de lixo em aterros e economizar R$ 14,4 milhões anuais. Consulta pública aberta até fevereiro de 2026 para receber sugestões da população sobre ambas as iniciativas. Modelo segue casos de sucesso de Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte.

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Infraestrutura

Obras em Atraso, Aditivos e Ano Eleitoral, em Maringá

Enquanto cinco grandes obras públicas em Maringá acumulam atrasos e gastam mais de R$ 3,5 milhões em aditivos contratuais, a população segue aguardando: uma ciclofaixa que prometia estar pronta, um eixo monumental que não sai do lugar, creches sem reforma, uma rodoviária abandonada e uma UPA praticamente imóvel apesar de recém-iniciada. Em ano de eleições, é o momento certo para cobrar transparência, eficiência administrativa e fiscalização rigorosa dos representantes. Maringá não pode mais tolerar gastos públicos improdutivos enquanto seus cidadãos esperam por infraestrutura básica.

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