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Política de Maringá

Transparência

É possível ter transparência sem uma “TV Câmara Maringá”?

A Câmara Municipal de Maringá já possui um canal de TV no YouTube com mais de 6 mil inscritos, transmite todas as sessões ao vivo e mantém presença ativa nas redes sociais. Mesmo assim, em 2024, o orçamento do legislativo saltou 76% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 63 milhões – um custo per capita de R$ 146,51 por habitante, o dobro do praticado em Curitiba. Em julho de 2025, a Câmara aprovou a criação de mais 30 cargos comissionados, aumentando a folha em quase R$ 3 milhões anuais. O debate sobre ampliar ainda mais a estrutura da “TV Câmara” levanta questionamentos: é possível ter transparência sem gastar mais? A resposta é sim. Cidades de todo o Brasil já demonstram que a comunicação digital, por meio de redes sociais e YouTube, oferece transparência real, alcance massivo e custo zero adicional. A população não está pedindo mais estrutura está pedindo eficiência, economia e uma Câmara que ouça a voz das ruas.

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Orçamento

Maringá Avança em Projeto que Tributa Vídeo-Loterias e Máquinas de Ursinhos

Em movimento que promete gerar debates acalorados na Cidade Canção, a Prefeitura de Maringá apresentou à Câmara Municipal, em outubro de 2024, um projeto de lei que estabelece a tributação de vídeo-loterias e máquinas de ursinhos (aquelas de pegar pelúcias). A proposta prevê uma taxa anual de R$ 120 por equipamento e visa regulamentar atividades que já existem na cidade, mas que carecem de fiscalização adequada. O texto foi lido na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda análise dos vereadores, que solicitaram mais tempo para estudar a matéria. O projeto se insere em um contexto nacional de regulamentação do setor de apostas e jogos, que movimentou R$ 68,2 bilhões no Brasil entre julho de 2023 e junho de 2024, segundo dados do Banco Itaú.

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Assistência Social

Dependência tecnológica: Jogos, redes e apostas geram debates em Maringá

Maringá recebe nesta sexta-feira, 14 de novembro, o 12º Fórum Municipal de Políticas sobre Drogas, dedicado ao tema “Dependência tecnológica: jogos, redes e apostas”. Realizado pelo Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (COMAD) e pela Secretaria de Assistência Social, Políticas sobre Drogas e Pessoa Idosa, o evento busca debater os impactos do uso excessivo de tecnologias digitais na sociedade contemporânea. Com palestras, mesas-redondas e especialistas das áreas de educação, saúde, psicologia infantil e jurídica, o fórum acontece no Auditório Dona Etelvina, na UniCesumar, das 8h30 às 15h30, reunindo profissionais, gestores públicos e comunidade para discutir prevenção, tratamento e políticas públicas voltadas às novas dependências do século XXI.

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Juventude

A “Lei Felca” de Maringá

Maringá avança na defesa dos direitos infantojuvenis com a aprovação da Lei Felca pela Câmara Municipal. A legislação, que tramita desde setembro de 2025, representa um passo decisivo na proteção de crianças e adolescentes contra práticas predatórias de adultização e exploração sexual. Com multas de até R$ 100 mil para pessoas jurídicas e mecanismos de proteção integral, a lei reforça o compromisso da política pública municipal com a segurança e o desenvolvimento saudável da infância maringaense. O projeto agora segue para sanção do Executivo municipal.

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Dinheiro Público

Vereadores de Maringá não terão 13º Salário

A Câmara Municipal de Maringá informou que os 23 vereadores da legislatura 2025-2028 não terão direito ao pagamento do 13º salário. A decisão segue entendimento do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), formalizado por meio do acórdão nº 2986/25, aprovado por unanimidade em sessão virtual realizada no dia 23 de outubro de 2025 e publicado no dia 6 de novembro. O parecer do conselheiro Fábio Camargo reforça jurisprudência consolidada pelo Supremo Tribunal Federal: o pagamento de 13º salário a agentes políticos só é permitido quando há previsão expressa na lei municipal que fixa os subsídios para a legislatura.

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Cultura

Restauração da Capela Santa Cruz, em Maringá

Maringá, 11 de novembro de 2025 – Após anos de espera, a restauração da Capela Santa Cruz ganhou novo fôlego com a liberação de recursos em outubro de 2025, segundo informações da CBN Maringá. Construída entre 1946 e 1947, a primeira capela dentro da área urbana de Maringá está prestes a recuperar sua exuberância histórica e espiritual. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Cultura lançou pesquisa inédita para mensurar como os maringaenses percebem o patrimônio cultural da cidade.

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Cidadania

Caso Rio Bonito de Iguaçu e Maringá Solidária

Enquanto Rio Bonito de Iguaçu enfrenta uma das maiores tragédias naturais do Paraná, com 90% da cidade destruída pelo tornado EF3 de 7 de novembro (que provocou seis mortes e 750+ feridos), Maringá dá exemplo de solidariedade ao lançar campanhas de arrecadação presencial e online. A ação coordenada pelo Instituto Acim evidencia a responsabilidade coletiva que deve guiar as políticas públicas.

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Empreendedorismo

25º Aniversário do Empreender: ACIM Próxima dos Empresários Maringaenses

Neste sábado, 8 de novembro de 2025, às 19h no Vivaro, Maringá celebra uma conquista que simboliza a força do empreendedorismo coletivo: os 25 anos do Programa Empreender da ACIM (Associação Comercial e Empresarial de Maringá). O maior programa do gênero no Brasil, com 87 núcleos ativos e mais de 1.300 empresas participantes, representa uma metodologia premiada internacionalmente que colocou nossa cidade no mapa do associativismo empresarial. A celebração incluirá homenagens aos empresários e consultores que construíram essa história, além de premiar os destaques de 2025 nas categorias de assiduidade, ações, projetos e conselheiros.

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Saúde

Melhoria da Saúde Maringaense Passa pela Valorização dos Servidores

Na última semana, denúncias de assédio moral, marmitas azedas e condições precárias de trabalho na UPA Zona Norte de Maringá expuseram uma verdade desconfortável: a saúde pública municipal não pode melhorar sem que os profissionais que a sustentam sejam genuinamente valorizados. As reclamações dos servidores revelam um problema estrutural que vai além de questões pontuais – a ausência de uma política consistente de reconhecimento e investimento nos trabalhadores da saúde compromete diretamente a qualidade dos serviços prestados à população maringaense.

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